Ao ser concebida, repousava em mim. Quieta, já muito viva, sem nenhuma forma, e sobretudo infinita. Só vibração, muita luz e muito som, sim, som. Só flúido fluindo, amoroso e atento. Conectada ao que me sustenta, sem questionar as suas leis imutáveis, segura e protegida portanto, e tão confiante. Receptiva ao que desse e viesse e pronta para tudo compartilhar, estender, criar, só potência ansiando por atualizar-se, comunicar derramando amor.